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As empresas assim como as marcas que não sabem contar uma história estão condenadas ao fracasso

Parece bastante radical falar que toda empresa que não saiba contar histórias ficará fora do mercado, mas infelizmente essa é a realidade. Há uns anos, as empresas só precisavam vender seus produtos ou serviços, era uma transção bem simples, uma vez que bastava com mostrar o produto, deixar bem claro o preço e pronto, o consumidor o levava. Por isso todos os esforços eram voltados para tornar o produto mais atraente.

Atualmente, o cenário é bem diferente, uma vez que os clientes querem se sentir conectados com a empresa, não é só um produto ou prestar um serviço, é se fazer entender com uma história. É preciso pensar a marca como se fosse uma pessoa, caso contrário qualquer história perderá fluidez instantaneamente.

Tudo depende do momento

Como assim que não é só contar uma história? Sinto dizer que não. É importante introduzi-la no momento indicado, ou seja, precisa de um contexto. Além desse contexto, existem situações que facilitam o desenvolvimento da história, tudo é questão de saber aproveitar a oportunidade, especialmente quando o assunto é marketing.

Por exemplo, o Itaú, sendo mesmo de um segmento tão rígido como o financeiro, o banco já pegou carona  com eventos como Rock in Rio, o lançamento da última temporada de Game of Thrones. Isto com o objetivo de colocar a marca mais próxima dos seus clientes e possíveis novos usuários em plataformas digitais por meio de posts mais descontraídos e interativos.

Sem autenticidade não há engajamento

As mil e uma noites são um claro exemplo de que sem autenticidade, nenhuma história sobrevive, ou no caso a Scherezade ela nem teria sobrevivido nem a primeira noite. No entanto, o que podemos entender por autenticidade? No caso do storytelling, entenda-se o termo como a personalidade da empresa, e claro a forma como apresenta sua proposta de valor para o espectador.

Hoje a forma de interagir com seu público-alvo é o que marcará a diferença, por isso é essencial que a empresa crie seu universo corporativo, ou pelo menos esse é um dos segredos de grandes da indústria como Disney. Quem diz que sua marca não pode aparecer em um filme de uma forma tão natural que conversa com o contexto? É só questão de autenticidade e fluidez.

O profissional 4.0 dever ser storyteller?

Toda história por curta que for tem por atrás uma equipe trabalhando nela, e claro essa equipe conta com profissionais que estão preparados para tornar essa história cativante e engajadora. Contudo, nem todos os professionais estão preparados para lidar com essa nova demanda do mercado, uma vez que além dos requerimentos básicos, MBA e tudo mais, o profissional precisa ser um ótimo storyteller, especialmente em uma era que os consumidores são bombardeados por informação constantemente.

A pergunta é será que o sistema educacional já está preparado para suprir essa demanda do mercado corporativo? Contaremos com bons storyteller no futuro? Será que é uma habilidade que pode ser trabalhado em sala de aula? Não existe uma única resposta, mas como qualquer habilidade, é possível aprender a ser um storyteller.

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